Sinonimia: Xilosemia.
Material: Plasma fluoretado. Volume mínimo: 0,5 mL.
Colheita, conservação: Colhe-se sangue fluoretado, 60 minutos após a ingestão da D-xilose. Refrigerar o plasma após a separação
Preparo do paciente: Jejum de 3 a 4 horas para crianças e 8 horas para adultos. Administra-se, por via oral, D-xilose em solução aquosa a 10%, 0,5 g/kg de peso corporal. Dose máxima: 25 g.
Método: Colorimétrico, de Goodwin.
Interferentes: AAS, colchicina, indometacina, kanamicina, ácido nalidíxico, fenformin, neomicina, atropina, inibidores da MAO, ouro.
Valores normais: Valores acima de 20 mg/dL para crianças até 6 meses ou acima de 25 mg/dL para crianças com mais de 6 meses e adultos indicam boa absorção intestinal.
Interpretação: O teste é útil no diagnóstico diferencial das síndromes de má absorção intestinal. A D-Xilose é um açúcar cuja absorção depende somente da integridade da parede intestinal; resultados alterados vão ser encontrados, portanto, naquelas patologias que cursam com lesão da mucosa intestinal.
Exames relacionados: Provas de absorção da lactose e de triglicérides e dosagem ou pesquisa de gorduras fecais.






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