Sinonímia: Beta-HCG.
Material: Soro. Volume mínimo: 0,5 mL.
Colheita, conservação: Se o exame não for realizado no mesmo dia, congelar a amostra.
Preparo do paciente: Jejum de 4 horas. Indicar atraso menstrual.
Método: Radioimunoensaio que emprega anticorpo específico contra a sub-unidade beta do HCG.
Interferentes: Uso de gonadotrofina coriônica injetável (Pregnyl) pode ocasionar resultados falso-positivos.
Valores normais: Homens: menor que 2,6 mUI/mL
Mulheres não gestantes: menor que 5,3 mUI/mL. Valores entre 5,3 e 30,0 mUI/mL sugere-se repetição em 72 hr a critério clínico.
Mulheres pós-menopausa: menor que 8,3 mUI/mL
Mulheres gestantes:
1º trimestre: até 210.000 mUI/mL 2º trimestre: 13.500 a 20.000 mUI/mL
3º trimestre: 5.000 a 50.000 mUI/mL
Puerpério: indetectável a partir do 1 º. mês.
Interpretação: A gonadotrofina coriônica é um hormônio glicoproteico produzido pelas células do sincicio-trofoblasto da placenta. Sua determinação é indicada no diagnóstico precoce da gravidez (desde 1 a 2 dias de atraso menstrual). O teste é positivo em praticamente 100% dos casos de gravidez ectópica. Queda abrupta no seu nível pode indicar má evolução da gestação. É, também, um marcador de tumores trofoblásticos, testiculares e outros produtores de gonadotrofina coriônica.
Exames relacionados: Gonadotrofina coriônica urinária, alfa fetoproteina, antígeno carcinoembriônico.






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